Muitos acreditam que, ao perfurar um poço e ver a água jorrar limpa, o trabalho está concluído. Ledo engano. Para “Especialistas” como os da Hidro Coelho, a responsabilidade técnica vai muito além da obra física: ela envolve garantir que a água seja segura para consumo humano e que o poço esteja legalizado perante os órgãos ambientais (DAEE).
Ignorar essas etapas pode transformar seu ativo em um passivo perigoso. Aqui está o que você precisa saber:
1. A “Saúde” da Água (Potabilidade) Nem toda água subterrânea é própria para beber ou usar em processos industriais. A presença de metais pesados ou contaminação bacteriológica é invisível a olho nu. Nossa equipe realiza a coleta e a interpretação completa da Análise Físico-Química e Bacteriológica, orientando sobre o tratamento correto (cloração, filtragem) para atender às normas da Vigilância Sanitária. Saúde não se negocia.
2. A “Saúde” Jurídica (Outorga) Operar um poço clandestino é crime ambiental, sujeito a multas pesadas e lacração da fonte. A água é um bem público, e para utilizá-la, você precisa de uma Outorga de Direito de Uso. O Sr. Lúcio Coelho, como Geólogo credenciado, cuida de todo o trâmite burocrático, desde a solicitação da licença de perfuração até a outorga final.
Conclusão: Ter um poço artesiano é sinônimo de autonomia, mas essa liberdade exige responsabilidade. Conte com a Hidro Coelho para regularizar sua situação e garantir que cada gota consumida seja sinônimo de vida e qualidade, não de risco.



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